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2011-04-28

6ºCap. Tudo ou nada

Sexto capitulo – Fim da missão

-Vamos descer. –Diz o Zang de mãos nos bolsos a olhar seriamente lá para baixo.
Vi na cara dele que não estava a gostar muito da ideia.
-Zang… -Suspirei. –Vou só eu, espera aqui por mim!
-Nem penses! Eu vou contigo!
Eu olho-o nos olhos e digo-lhe:
-É altura de confiares em mim. Deixa-me ir sozinha! Por favor! –Implorei.
Ele fica a pensar com cara de preocupado.
-Deixa-me provar que consigo! Pela primeira vez na vida deixa-me fazer alguma coisa pela equipa! –Insisti ainda mais.
Ele olha para os seus botões e diz:
-Está bem! Vai lá… Vou ter de confiar em ti…
Eu fico toda contente e abraço-o.
-Vais ver que não vou desiludir-te! –Digo isto e salto para uma saliência de rocha na parede da fenda.
Onde é que ela está?
Olho bem lá para baixo e consigo ver qualquer coisa.
Verde-escuro… é o vestido dela! Ela deve ter caído sem nos apercebemos!
Começo a saltar de parede em parede e consigo chegar lá baixo facilmente.
Desato a correr quando a vejo no chão desmaiada, estava num bocado de rocha que era mais alto que o nível das águas e então ficava fora de água.
Pego nela e deito-a no meu ombro.
Antes de começar a subir, concentrei rapidamente o chakra nos pés e assim é que pude subir.
Corri pela parede acima mais rápido que a velocidade de rotação de um tornado.
O Zang fica a olhar para mim pasmado.
-Fizeste isso tão bem que de tal maneira até me pareceu fácil! –Disse ainda pasmado.
-Até foi fácil, sem contar quanto me cansei a subir e a descer mesmo concentrando o chakra!
Acordo-a usando o Kai.
-O que aconteceu? Onde está a serpente? E porque é que estão a olhar tão contentes para mim!
Eu abraço-a logo.
-Nunca mais nos pregues um susto desses! Estava tão preocupada! Não sabia-mos onde estavas!
-E onde é que eu estava? –Perguntou embaraçada.
-Caíste na fenda. –Respondi.
O Zang retira as mãos dos bolsos e diz:
-É melhor deixarmos isso para depois e pormo-nos a andar antes que mais alguma coisa aconteça!
-Pois! –Comentei sorrindo e esfregando o pescoço.
Corremos para o centro da floresta, lá era onde tínhamos de nos encontrar com a Anko.
Mal chegámos lá, a Anko aparece novamente do nada! Detesto quando ela faz isso!
-Ora bem meninos, parece que a Shelly matou uma equipa inteira… Está bem, a vossa missão está concluída! –Disse a Anko enquanto o Zang lhe entregava os pergaminhos.
Será que eles já se acreditam que fui eu que derrotei aquela equipa assombrosa?!?
Vi na cara da Lin que ainda não se acreditava e estava prestes a falar alguma coisa.
-Como é que sabe disso? –Perguntou a Lin.
-Câmaras de vigilância!
Ela ficou pensativa, mas a expressão na cara deles mudou, e bastante!
-Ide lá para casa! –Implicou a Anko.
A Lin cruza logo os braços e vira costas. Eu simplesmente viro as costas e começo a andar.
Passei pela minha casa mas a minha mãe não estava e vinha mesmo a calhar um lanchinho apetitoso!
Decidi ir á cafetaria perto da minha casa.
-Menina, o que vai desejar? –Perguntou o empregado.
-Pode ser uma nata.
Na verdade queria mesmo companhia, e não é que a Lin estava na mesa ao meu lado!
-Shelly! –Chamou-me. –Anda para aqui!
Eu sentei-me na cadeira á frente dela e vi que ela estava a comer um bolo de chocolate.
Como é que ela emagreceu tanto em tão pouco tempo? Mas o que é que o amor faz…!
Se calhar até era boa ideia ajudá-la a encontrar o tal rapaz… Mas como? Será que ela se lembra dele?
-Lin… -Parece que as palavras me fugiram da boca.
Eu parei de falar e suspirei. Ela ficou a olhar para mim.
-O que foi? –Perguntou.
-Ainda te lembras do tal rapaz dos teus sonhos?
Ela rebaixou a cabeça e disse.
-Já não me lembro de quase nada, mas se o vir juro-te que o reconheço!
Eu pensei um pouco antes de falar e continuei.
-Queres encontrá-lo?
Ela não respondeu e ficou desanimada.

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