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2011-07-30

12º Capitulo até ao fim

Décimo segundo capitulo – O demónio

Sugestão de música:

Stan Walker - Black box


Link: http://www.youtube.com/watch?v=AX2kp2FDCK8

(Se a música acabar e ainda estiverem a ler ponham-a de novo e continuem)


Ina

Quando acordei só estava o Naruto no quarto a dormir, sentei-me na beira da cama com os cotovelos apoiados nas pernas e a segurar a cara com as mãos e a olhar para ele que estava deitado na cama mesmo á frente dos meus olhos.
“Eu amo-te” aquilo não me saia da cabeça, fechei os olhos e sorri a imaginar aquele beijo de ontem.
-Estás a dormir?- Perguntou-me alguém sentando-se ao meu lado.
Aquilo assustou-me imenso que quase que saltava, alevantei-me como um tiro e vi quem era.
-Ah! És tu, Naruto… ias-me matando!
Sentei-me ao lado dele e olhei-o nos olhos.
-Aquilo de ontem… Já tinha acontecido antes?
-Sim… Desde que não te via, há muito tempo…
-Assim tanto tempo?
-Sim, já lá faz… humm… quatro anos!
-Eu até te pedia para me contares, mas se calhar é melhor ir ter com eles, já deve ser para ir…
-Claro.
Ia-me alevantando, mas senti que me tinha esquecido de alguma coisa. Dei-lhe um beijo na boca quase imparável… até que me afasto e sorri para ele e fomos para lá fora.
-Lá estão eles os dois… -Disse kakashi sempre olhando para o livro dele. –Faz-me lembar um capitulo…
De certeza que se estava a referir a um capitulo do livro, não me importo dos comentários dele e da Sakura, sei é que perdi a memória e se ele não gostasse de mim fazia de conta que não me conhecia, mas foi ele quem me beijou ontem e disse que me amava… Isso foi tão importante para mim!
-Hora de regressar a Konoha! –Disse a Sakura.
Kakashi subiu para cima de uma carroça de bois e disse:
-Subam, não temos tempo a perder!
Olhei para semelhante carroça e quase que me caiam os dentes todos de uma vez!
A Sakura que já estava a ir a pé para o outro lado ficou parada com uma perna alevantada pronta para dar outro passo e com os olhos arregalados.
O Naruto agarrou na cabeça com as mãos e fico de boca aberta.
-O quê!!! –Gritou a Sakura. –Nisso?
Ele sorriu e disse:
-Sim, subam lá.
Ela subiu toda arrasada e sentou-se num monte de palha, logo de seguida fui eu e o Naruto e não estávamos com melhor cara.
-Animem-se, daqui a uma hora chegamos a Konoha!
-Isto vai ser a maior vergonha da minha vida! –Suspirou a Sakura.
Pelo caminho ouvimos barulhos estranhos.
-O que é este barulho?- Perguntei.
-Devem ser os bois! –Disse Naruto a rir-se.
-Não gozes! Parece um animal!
-Sim, sinto algo a aproximar-se… -Disse Kakashi.
-Com que então são os bois, Naruto! Até o Kakashi disse.
-Não me trates por Kakashi, não estou habituado, não és minha aluna mas trata-me por Kakashi-sensei.
-Está bem.
No mesmo momento que disse aquilo um falcão gigante sai debaixo da terra e tenta atacar Naruto.
Nem pensei duas vezes, peguei numa Kunai com explosivo, atirei-a para o falcão e meti-me á frente do Naruto.
Aquilo arrebentou quando entrou em contacto com o falcão e só se viu argila pelo ar.
-É o Deidara! –Gritou a Sakura.
-Outra vez! –Disse o Naruto.
Não sabia do eles estavam a falar, pensei apenas num bom plano para o apanhar.
-Já sei! –Gritei. –Lembro-me de já ter lutado com uns pássaros assim!
 O dito “Deidara” atirou uns pássaros pequenos na direção do Naruto e peguei num monte de palha e atirei-o para os pássaros e eles arrebentaram ao entrar em contacto.
Estava a seguir o meu instinto, e isso fazia começar a lembrar-me dos Jutsus que aprendi.
-Lembras-te? Perguntou o Naruto.
–Lembro-me de alguma coisa, tipo os Jutsus que aprendi!
As coisas começavam a ligar-se! O nome Deidara não me era estranho, e aquelas aves de argila…
-Naruto! Eu já lutei com ele! Foi ele que me projetou com uma das aves bomba para o meio da cidade!
Não me devia ter distraído a falar com ele, o Deidara apanhou-me com uma das aves.
-Larga-a! –Gritou Naruto.
Tinha as mãos presas e não consegui-a chegar aos selos explosivos para mandar tudo pelo ar, não conseguia fazer nada conforme ele me apanhou.
O Deidara diz:
-Hum… Ela morre se não te renderes a mim!
Porque será que ele quer o Naruto?
Ele ficou paralisado, se atacava o Deidara matava-me, mas não se podia render…
O Deidara estava em cima de uma ave ao lado da que me tinha apanhado e vai até a minha beira e aponta-me uma Kunai ao pescoço.
Lá em baixo o Naruto estava em grandes nervos e a pele dele começou a desformar-se… Pouco depois já nem tinha pele e tinha apenas um esqueleto com um chakra vermelho a preencher e parecia uma raposa, pouco a pouco iam aparecendo algumas caudas até que ficaram seis.
 Mas o que é aquilo? Não, não acredito! O Naruto parece um… um monstro!
Naquele estado que estava admirou-me de poder falar e disse com uma voz grossa:
-Larga-a e luta comigo!
-É isso que queres? –Perguntou o Deidara.
A ave largou-me daquela altura e pensei que ia morrer. Mas o Naruto colocou-se onde eu ia cair e não me magoei.
Olhei para ele… naquele estado, nunca tinha visto tal coisa… Eu… Eu estou com medo dele, não o reconheço só com o chakra e osso.
-Naruto?
Ele nem ouviu, virou-se para o Deidara e saltou para cima da ave dele e deitou-o abaixo. Saltou também e deu mais um impulso á queda dele.
-Tobi! Onde te metes-te! –Gritou o Deidara.
De trás de uma árvore aparece um homem de fato com nuvens vermelhas igual ao do Deidara, com uma máscara na cara e com um andar meio á tolo.
 -Deidara-senpai! O que lhe aconteceu?!? –Gritou a correr para ele.
-Seu estúpido! Olha para o teu lado direito!
Ele ficou com medo e disse:
-Lindo cãozinho! És um cãozinho que não morde… -Virou-se para trás e disse em tom de voz baixo. –Espero eu!
Ele começou a correr feito tolo.
-Seu cobarde!!! Anda ajudar-me pá!
A Sakura começa a rir-se, come ela pode estar tão descansada com o Naruto assim? Será que é normal?
Estava a começar a sentir-me mal e cheia de medo, estava deitada conforme cai das costas dele, tinha tonturas e vontade de vomitar, devia ser da impressão que me metia só de ver a pessoa que amo naquele estado…
Acabei por ficar inconsciente.
_ _ _

-Ina? Estás bem? –Acordei com a Sakura a dar-me estaladas na cara.
-O Naruto? –Perguntei.
-Ainda está a tratar do Deidara e do Tobi.
-Ainda?
-Sim, ele e o Kakashi-sensei, têm que o fazer dizer tudo se não têm que os matar!
-Não, estou a perguntar se ele ainda está com aquele chakra vermelho…
Ela olhou para trás e disse:
-Pelos vistos está!
Alevantei-me e olhei para lá. Ele estava a prender o Tobi com as quatro patas , o Kakashi-sensei estava com uma Kunai ao pescoço do Deidara. Ainda consegui ouvir o Kakashi-sensei a dizer para o Naruto:
-Podes matá-lo.
Ele cortou-lhe o pescoço com as garras e o Kakashi-sensei com uma Kunai. Os dois morreram logo.
O Naruto aproxima-se de mim e da Sakura naquele estado ainda.
-Afasta-te de mim! –Gritei a chorar.
Ele recuou um pouco e começou a voltar ao normal, caiu para o lado já sem forças.
A Sakura olhou para mim e disse:
-Vai lá, ele não te faz mal.
Ela agarrou-me no braço e puxou-me até lá, largou-me e foi para a beira do Kakashi-sensei.
-Não era preciso teres invocado tantas caudas, Naruto! –Disse Kakashi-sensei.
Ele e a Sakura foram até aos corpos do Deidara e do Tobi revistá-los e deixaram-me á beira do Naruto.
-Eu…não…te…faço… mal –Disse com as poucas forças que tinha.
-Nem mesmo todo descontrolado como estavas?
-Juro!
Eu estava a escorrer de lágrimas, era tão assustador para mim vê-lo como ele estava, mas fico descansada por me dizer que nunca me faria mal!
Ele abre os olhos e diz:
-Foi…para…te…proteger…
-Mas ele queria-te a ti!
Ele já ia falar, mas não queria que se cansasse e disse:
-Não, não te canses a falar, contas-me depois.
Limpei as lágrimas e abracei-o contente por ele já estar normal.

2011-07-29

11º Capitulo até ao fim

Décimo primeiro capitulo –noite estrelada

Nota: Votem na nova sondagem para saber se vale a pena deixar sugestão de música, para já eu vou deixar uma sugestão para este capitulo.
Sugestão de música:


Avril lavigne - I'm with you

link : http://www.youtube.com/watch?v=dGR65RWwzg8&ob=av2e

Ina

O que é que havia com aquele rapaz? Estava a deixar-me na lua. Na lua… talvez com ele.
Eles os três iam á minha frente, eu ia atrás e a olhar para ele. Era impossível parar.
Mas o que será que a Sakura me ia dizer quando ele lhe tapou a boca? Queria tanto saber!
Ok, tenho de admitir que sou curiosinha, mas aquilo… de certeza que era algo sobre ele para ela se estar a rir…
Ele olhou para trás e eu disfarcei que estava a olhar para o céu invés dele. Riu-se, não sei de quê.
-Porque vais aí atrás? Anda para a minha beira! – Disse o Naruto.
A Sakura riu-se.

Naruto

Aquela Sakura!
-Que foi desta vez? – Perguntei-lhe?
Ela aproxima-se de mim e sussurra-me ao ouvido:
-Ela vai aí atrás para olhar para ti. Não tirou olho de cima de ti e estava com ar pensativo.
Apeteceu-me logo contar á Ina todos os minutos que estive com ela.
Olhei para ela ao meu lado e estava a olhar para a Sakura, isto tudo prova que talvez ela goste mesmo de mim, e eu dela.
-De que é que te lembras?
-Só me lembro de acordar numa maca e uma enfermeira aparecer e me contar que fui projetada pelo ar até a cidade, e na altura não sentia as mãos, agora já sinto.
A Sakura olhou para mim e para a Ina e disse:
-Não faz mal! Ele ajuda-te a recuperar a memória!
Aih! Mas que grande boca! Será que não é capaz de meter-se apenas na vida dela?
A Ina não disse nada, apenas ficou pensativa.
-É melhor para-mos aqui para dormir, já se faz tarde. –Disse Kakashi-Sensei olhando para uma casa própria para os ninjas dormirem em missões.
-Estou a ficar com sono. –Disse a Sakura espreguiçando-se.
Entramos todos para a casa, ficámos todos num quarto grande com cinco camas, mas só ocupámos quatro dessas.

Ina

Fingi que estava a dormir e esperei um bom bocado que eles adormecessem. Quando o silêncio abundava o quarto levantei-me e fui até lá fora apanhar ar.
Então… o meu nome é Ina? Ter uma mente vazia é tão frustrante! Eles conhecem-me, mas eu não os conheço a eles… Não sei bem com quem estou, se posso confiar…
-Estás bem?
Alguém atrás de mim assusta-me com aquela pergunta quase vindo do nada, mas aquela voz… Parecia a do Naruto… Olhei para trás de mim e vi aqueles olhos azuis a brilhar com o luar.
-Sim, estou bem, mas assustaste-me!
-Desculpa. Eu aproveitei que não tinha sono e vim ter contigo. E tu, não tens sono?
-Até tenho, mas ainda estou a tentar lembrar-me de mim, do meu passado… Queria tanto saber quem eu era…
Olhei para ele e vi que não tirava aquele olhar “de como quem vai fazer algo” de cima de mim.
Estávamos só nós os dois lá fora á luz do luar, eu queria tanto beijá-lo… mas não sei quem é, até pode ser meu primo e não ter dito nada!
-Eu amo-te. –Disse para mim e de seguida dá-me um beijo na boca.
Acho que não é meu primo para me estar a beijar! Agora as coisas começam a encaixar, quando ele tapou a boca á Sakura ela ficou por acabar de dizer uma palavra começada por “na” talvez seja “namorada”.
Eu não queria parar, estava a sentir-me tão bem.
Parecia que não era o primeiro que dava com ele, mas como tenho a cabeça meia esquecida não posso ter certezas.
Ele afasta-se um pouco.
-Naruto… -Disse enquanto passava a minha mão na cara dele fazendo com que se vira-se para mim.
Fechei os olhos e aproximei-me para um beijo, ele aproximou-se também…
Foi pouco tempo, ele depois afastou-se.
-Acho que é melhor ir dormir! –Disse dirigindo-se para o quarto quase aos saltinhos.
Pouco depois lá fui também dormir.

2011-07-28

10º Capitulo até ao fim

Nota : Este capitulo já avança para a fase shippuden, tem um aviso e a seguir um pequeno prólogo.
Espero que gostem!

Décimo capitulo – Cabeça a branco!

Parte 1 - Naruto Clássico

Ina

Depois de sair do ginásio, andei meia hora às voltas á procura do meu quarto.
Entrei e vi duas raparigas a falar uma com a outra muito animadas, até que me vêm e fica cada uma no seu cantinho.
-Olá! – Cumprimentei-as.
Elas olharam entre si e disseram um tímido olá para mim.
-Eu sou a Carina, mas tratem-me por Ina! E sou nova aqui e este é o suposto quarto que andei perdida á procura dele.
A de cabelos castanhos pega numa cesta e ajoelha-se á minha frente e ergue a cesta para mim.
-Porque te ajoelhas-te diante de mim? A cesta é para mim?
-Ajoelhei-me porque mereces respeito… derrotas-te todos os do 10º ano em menos de um minuto!
-Ah? É por isso que pararam de conversar quando eu entrei??? Desculpa mas não posso aceitar esse presente! Quero ser tratada como uma de vocês! Apenas me soube defender, não faço mal a ninguém!
Ela alevantou-se e disse:
-Então… Desculpa. Olha, eu sou a Yume e ela é a Miki. Prazer em conhecer-te, Ina. Aquela cama é tua.
Apontou para uma cama num canto do quarto.
A Yume era um pouco mais alta que eu, cabelo até á cintura castanho claro liso, olhos cinzentos. A Miki era da minha altura, já somos duas baixinhas! Tinha cabelo preto até aos ombros liso e olhos azuis.
Tínhamos as três a mesma roupa pois no colégio usa-se uniforme: uma saia branca lisa ás riscas pretas, uma camisola de manga rapada azul por cima de uma camisa branca e já está!
_ _ _

De manhã cedo, acordei já com o uniforme vestido, tinha-me esquecido de vestir o pijama.
Espreguicei-me e vi que elas ainda estavam a dormir, levantei-me silenciosamente e saí do quarto.
Fui até a portaria para ver se apanhava fuga mas o porteiro estava todo confortável sentado numa cadeira com os pés em cima do monitor, ora nem mais!
-O que fazes aqui tão cedo?
Aih! Está acordado! Já não vou ter fuga! Se eu sabia bem tinha dedicado o pouco tempo que treinei para treinar técnicas de fuga! Agora não vou ver me livre deste colégio tão cedo!
Parecia uma prisão!
Encostei as costas ás grades e escorreguei até o chão, comecei a chorar de saudades.
Apesar de já ter feito duas amigas, continuo a odiar o colégio! Nunca irei gostar deste maldito sitio!
Quero voltar a ser ninja! Supostamente agora estaria de férias a fazer missões! E sobretudo quero ver o Naruto!
Isto deve ser pior que uma prisão!

Parte 2 – Shippuden

Prólogo

Os anos passaram… agora Naruto com 16 anos.
Algumas coisas mudaram, Ina saiu do colégio e procurou Naruto em Konoha mas quando chegou já não estava lá nem ele nem ninguém da equipa 7.
Como não adiantava de nada ficar á espera em Konoha foi á procura dele e até hoje ainda não se encontraram.

Ina

Acordei, estava eu numa maca de hospital.
Olhei para as minhas mãos e ambas estavam adormecidas e tinham fita adesiva, mas que estranho é tão esquisito não sentir as mãos.
Tentei mexer os dedos, mas não consegui.
Uma enfermeira entra no quarto e vê que já acordei e diz:
-Bom dia menina!
-Bom dia.
Pegou na minha mão direita e começou a apertá-la.
-Sente a mão?
-Não. Como é que eu vim aqui parar?
-A menina foi projetada pelo ar e foi parar ao centro da cidade, foi uma ambulância buscá-la.
Que estranho, não me lembro de nada! Mas mesmo nada!
-Não se lembra?
-Não.
-É porque nesse momento já devia estar inconsciente. Qual é a última coisa que se lembra?
Puxei pela cabeça, nada me passava! Não tinha lembranças…
Isto já me estava a deixar louca! Nada me passava pela mente! Nada!
Os meus braços empurraram as minhas mãos até ficarem encostadas á minha cabeça. Fechei os olhos, tentei lembrar-me de algo! Alguma coisa! Mas nada me passava pela minha mente vazia.
Estava a ficar aflita, comecei a chorar e a enfermeira diz:
-A menina… Não se lembra de nada?
-Nada! Mesmo nada!
Ela não fez boa cara.
-Não se importa que a deixe um pouco sozinha enquanto vou chamar um médico?
Mal ela saiu alevantei-me, as minhas mãos pareciam duas pedras rijas, consegui abrir a janela e saltei para fora do hospital.
Via-se ao longe coisas a serem arrancadas do chão e a voar na corrente do ar.
Talvez tenha sido de onde eu fui projetada! Fui a correr até lá.
Vi um homem com um fato até aos pés de mangas largas preto com nuvens vermelhas.
Aquele fato não me era estranho…
O homem estava a lutar contra três pessoas, uma rapariga de cabelos rosa, um rapaz loiro e um homem de cabelo branco.
Mas que estranho, estou a sentir algo tão esquisito…
O do fato atira a rapariga e ela vai parar quase aos meus pés, e para minha sorte lá se foi o meu cantinho para ver o que se passava!
A rapariga continuava consciente após aquela pancada forte.
Ela abriu os olhos e olhou para mim.
-Tu não és a… Ina?
-Não sei.
-Como não sabes?
-Eu não me lembro de nada, ok!
-Lembras-te de alguém chamado Naruto?
-Não…
Ela alevanta-se e diz:
-Tenho que os ajudar ali num instante, não saias daí!
Foi meter-se á luta e eu fiquei sentada no chão, encostada a uma árvore.
O do fato desaparece e eles ficam a olhar á sua volta a ver se o encontra.
Pareceu-me que desistiram e vieram ter comigo.
-Tenho a certeza que é ela! –disse o rapaz loiro.
O homem de cabelo branco diz:
-Esta rapariga é de Konoha e é ninja, olhem para a fita dela.
-A Ina não tinha ou não usava fita ninja. –Disse o rapaz.
-Temos de a levar de volta para Konoha e ver o registo dela, mas só pode ser a Ina, o problema é que não se lembra de nada!
Eles estavam para lá a falar e eu muito sentada a ouvi-los.
Olhei para o rapaz loiro, não sei mas ele estava a deixar-me com uma sensação estranha, enquanto falava desviou o olhar para mim e parece que ficou um pouco embaraçado de eu estar a olhar para ele.
Alevantei-me e gritei:
-Importam-se de parar com essa conversa e dizer-me quem sou?!!
-Tu és uma ninja! –Disse o de cabelo branco. –Da mesma aldeia que nós. Tenho quase a certeza que te chamas Ina.
-Ina?
A rapariga de cabelo rosa diz apontando para o rapaz:
-Tu és a na…
Não acabou de dizer pois ele tapou-lhe a boca quando apercebeu-se do que ela ia contar, pena eu não me ter apercebido!
-Está caladinha se faz favor… –Disse destapando-lhe a boca e dando um sorriso forçado para disfarçar.
-Mas…
-Não!
O que se passa aqui? Tanto segredo!
-Mas o que raios! O que me estão a esconder?!!
O rapaz diz:
-Nada, não é nada!
-Então porque é que tapaste-lhe a boca?
-Esquece…
-Não gozes! Já estou mais que esquecida e ainda queres mais?!? Afinal, como é que vocês se chamam?
-Eu sou o Naruto, aquela é a Sakura e ele é o Kakashi-sensei.
Se eles me conhecem, é normal que esses nomes não me sejam estranhos. É tão esquisito não me lembrar de nada! Quero lembrar-me mas não consigo!
-É melhor voltares connosco de volta para Konoha. –Disse a Sakura.
-Está bem!
Fiquei contente. Quero mesmo recuperar a memória, encher este vazio em mim!

2011-07-25

9º Capitulo até ao fim

Nono Capitulo – Todos contra uma!

Ina

O pior dia da minha vida… Era o que eu estava a viver! Tirei as minhas malas do carro dos meus pais e mal fecho a bagagem levo com um monte de fumo seguido de poeira para cima de mim.
O fumo quase que me abafava. Os meus pais arrancaram bruscamente na minha cara! Isso agora não interessa, já estou habituada a este tipo de relação!
Enfim… está na hora de entrar no maldito colégio…Ou talvez…
Nem pensei duas vezes! Peguei nas malas á tola e comecei a fugir… Mas não é que o porteiro apanha-me com uma cana de pesca!
-Onde pensas que vais menina?
Fiquei tão aborrecida! Teve mesmo que me apanhar com tal coisa, que humilhação!
-Onde arranjou essa coisa esquisita chamada cana de pesca?
-Estou prevenido contra essas alforrecas como tu!
Alforrecas?!? Ele comparou-me com uma alforreca?
-Ouça lá! Você está a chamar-me de alforreca?!!
-As meninas de cabelo comprido fazem-me lembrar uma alforreca! Não é que tenhas cara disso! Tu tens mais cara de… de quê? Já sei! De Nemo!
-Nemo?
Ele deve ter visto peixes a mais!
-Sim! O Nemo do filme que até é apanhado para um aquário e o pai procura-o! Acho-o parecido pela cor laranja!
Blá blá blá! Continua ai a falar de peixes que eu tenho mais que fazer!
Aproveitei que ele me largou para me afastar.
-Ó Nemo! Anda para lá dentro!
-NNNNEEEMMMMOOO?!?!?!?!!!!! O que você me chamou?!?!?!
Eu não acredito! Que miséria de dia… Agora o tolo do porteiro está a chamar-me de nemo pela cor do cabelo! Não é que o peixinho do filme seja bonito, mas é um PEIXE! Ainda fico com uma alcunha! Tenho que o calar de vês!
-Ora, eu chamei-te de Nemo!
Era impossível manter a minha mão direita quieta, tive mesmo que lhe acertar um soco na cara!
Já me estava a lançar para lhe acertar, até que ele muito rapidamente tira as mãos dos bolsos e (não sei como) prende-me com uma corda as mãos atrás das costas.
-Como fez isso?
Ele deitou-me em cima de uma mala comprida de rodas, ou melhor, preparava-se para me humilhar!
-Eu sei que pareço um palerma mas não sou…
Isso deixou-me a pensar, até me distraí do que estava a acontecer: ele estava a levar-me amarrada em cima duma mala e estávamos a passar por um corredor carregadíssimo de pessoas a rirem-se de mim!
-Espere ai! Você é um ninja?
Ele acenou que sim.
Ele corta a corda, alevanto-me e pego nas minhas malas.
-Vai lá! Menina Nemo!
Que estúpido!
Talvez um segundo depois alguém bate á porta.
-Entre!
Á porta estava uma multidão enorme de gente do colégio.
-Tu és nova aqui! O que se passou para o porteiro te ter trazido para o quarto amarrada? Parece que és uma novata muito malvada! Mas olha que nós somos piores!
Isto começa mal! Já vou ter sarilhos, o que vai ser de mim?
-Saiam do meu quarto! Já!
Passei-me dos carretos! Já aturei o suficiente por hoje.
-Uih! Olha ela a esticar-se! Deixa-te estar, hoje á noite ás nove horas tens que estar no pavilhão e todos os que estão aqui também irão estar!
-Para quê?
-Tens que ir para saber…
Odeio mistérios, se calhar até nem apareço… Espera aí! Estou a deixar-me levar pela onda deles! Eu vou! Se por acaso aquilo for para me humilhar nem sei o que lhes faço!
-Vá! Saiam todos daqui já!
Eles começaram a sair, empurrei-os e bati a porta com um enorme estrondo.
Mas que serão as minhas companheiras de quarto?
Só sei que naquele momento deitei-me na cama a chorar… Maldito colégio!
Ninguém entrou no quarto até a hora de jantar, estive sozinha o dia todo fechada no quarto a chorar e a arrumar as minhas malas. Vesti o uniforme e fui até a cantina.
Mal abri a porta da cantina foi logo atingida pela conversa.
-A novata chegou!
Disse o mesmo rapaz que acompanhava a multidão que tinha ido ao meu quarto.
-Tu muito gostas de me chatear!
Era mesmo insuportável! Ignorei-o, peguei num tabuleiro e sentei-me numa mesa sozinha. O rapaz e os amiguinhos foram logo sentar-se ao meu redor.
Fiz de conta que nada se passava, apenas comi e fui á minha vida enquanto eles apenas conversavam entre eles e antes que me metessem ao barulho.
-Não te esqueças! Ás nove no pavilhão!
Arrumei e fui procurar o pavilhão para dar uma vista de olhos.
Entrei no pavilhão e estava vazio, apenas tinha uns bancos juntos á parede.
Apetecia-me mesmo ir a correr para uma cabine telefónica e pedir a konoha para me resgatar, mas onde é que eu tinha dinheiro para isso?
Fiquei sentada lá uma hora, mal o sino tocou as nove horas as portas abriram-se e eles começaram a entrar.
O mesmo rapaz de sempre pegou num microfone e disse:
-Boa noite a todos! Hoje vamos dar as boas vindas á novata, mas… com um tipo de praxe!
Praxe? Como nas universidades? Isto é um colégio de doidos! Mas o que é que virá aí!
Continuou a falar:
-Agradecia que a novata apresente-se aqui ao meu lado!
Que sorte a minha! Ainda por cima ligaram um holofote para mim e que remédio o meu senão me levantar até a beira dele.
-Bem mandada! Agora, os do décimo ano venham para cá para baixo!
Deixa-me adivinhar, é habitual os de décimo ano em todas as escolas se meterem em lutas e assim…
Ele afasta o microfone da boca dele e diz-me:
-Boa sorte a lutar com estes meninos!
-Não preciso de sorte!
-Então? De um milagre? Nunca ninguém os venceu!
-Isso é porque têm medo deles!
Ele encolheu os ombros e retirou-se para os bancos.
Uma dos do décimo ano aproxima-se de mim e diz:
-Tens alguma especialidade em luta?
-Não.
-Vais precisar!
-Não, não vou!
Aumentei o tom de voz e continuei:
-Eu quero lutar com todos ao mesmo tempo! Não estou para perder tempo!
Espero bem que o meu Jutso especial funcione neste momento senão vou ter que suar bem!
-Tu estás doida?
-Foi o que eu disse! Todos contra mim! Vá!
Eles olharam entre si e encolheram os ombros. Começaram a correr na minha direção, ainda bem! Está tudo a correr bem para já!
Preparei-me e comecei a fazer os selos do meu Jutso.
-Ela é uma ninja! Cuidado! –Gritou a rapariga.
Eles continuaram a correr na mesma. Retirei a minha fita ninja do bolso e atei-a em volta do abdómen e refiz o selo que tinha sido interrompido.
Nas minhas mão forma-se uma bola de água com eletricidade, a bola divide-se em muitas outras que crescem e atingem todos de uma vez.
Caíram todos já inconscientes ao chão. Ficar inconsciente fazia parte do Jutso e foi o que aconteceu. Funcionou!
Todos ficaram admirados com o meu jutso, virei costas e saí do pavilhão. Fui me deitar.

2011-07-22

Rpc Ina

Consegui fazer o meu primeiro RPC (para quem faz sempre as próprias imagens das personagens sem usar RPC não foi nada mau).

Para quem não sabe, RPC é usar uma imagem de uma personagem de um anime e alterá-la para fazer outra personagem.

Aqui está um RPC que fiz com uma imagem da Sakura:

Ina

Imagem da semana!

Parti-me aos pedacinhos quando vi esta imagem! Não me perguntem como a achei porque eu não sei, nem sei bem o que é! Mas é a imagem de semana! ^^


Quer dizer, eu vi o nome da imagem e é "Genjutso Kiss" e quando faço pesquisa no google imagens aparece logo isto... tenho de saber o que é!

8º Capitulo até ao fim

Oitavo capitulo –Daqui até lá!

Hinata

Nem acredito que fui capaz de tentar beijar o Naruto na boca… Ele virou-me a cara… Disse que não queria fazer ilusões, acho que significa que não… gosta de mim.
Após ter saído da beira dele no baile apenas o vi perto do bar quando alguém partiu um copo mais nada.
Fiquei a dançar um pouco com o Kiba, até que ele quis ir embora e me convidou para ir com ele. Aceitei e passou por minha casa e deixou-me lá.
Entrei em casa e fui para o meu quarto, atirei-me para a cama e agarrei-me á minha almofada a chorar.
Mas que bruto! Deixou-me pendurada no baile! Teve que ser o Kiba a trazer-me a casa, se eu sabia não o tinha tentado beijar!
Tenho que falar com a Sakura… Ela tem tanta sorte, ele gosta do Sasuke e ele gosta dela…
Porque ele não é como o Kiba? O Kiba trata-me sempre como uma princesa e está sempre por perto… Porquê?
Com estes pensamentos todos acabei por adormecer por cima da roupa ainda com o vestido.

Ina (carina)

Quando ele disse para não duvidar de um ninja como ele duvidei logo mas agora sei que ele só é um grande ninja quando tem alguém em risco ou quer ajudar alguém…
-Para onde é a tua casa? –Perguntou.
Olhei á minha volta e vi que já estava perto.
-Segue por ali!
Chegamos a minha casa em meia hora o que, se fosse no comboio demorava quatro horas.
-Deves estar de rastos…
Ele sentou-se no chão cansado, isso não me fazia sentir bem só de saber que o cansei daquela maneira.
Abri a porta de casa e ele olhou para trás, peguei nele pelas costas e deitei-o na minha cama.
-Como posso recompensar-te? –Perguntei.
-Com um copo de água.
Fui até a cozinha e enchi um copo para ele, olhei para o relógio e eram 00h40min. Estava cheia de sono.
Levei-lhe o copo e sentei-me no tapete, ele bebeu logo tudo e pousou-o na mesinha de cabeceira, quase que adormeceu logo e eu fiquei deitada no tapete e adormeci um pouco depois.
_ _ _

Acordei já eram onze da manhã, ele ainda estava a dormir. Levantei-me e fui procurar qualquer coisa para comer.
Fiz o pequeno almoço e coloquei tudo num tabuleiro para levar para o meu quarto, ia a abrir a porta do meu quarto e apanho-me de surpresa com ele a abrir também a porta do outro lado.
-Tens aqui o pequeno almoço!
Ele olhou para o tabuleiro e disse:
-Isso tudo é só para mim?
-Nem tudo, eu também quero comer!
Voltei para a cozinha e pus tudo em cima da mesa, sentei-me numa cadeira e ele sentou-se numa á minha frente.
No fim de comer tudo, já eram horas de ele ir.
-Bem… Daqui a pouco chega a empregada dos meus pais… obrigada por tudo…
Ele olhou para o relógio quando disse aquilo e alevantou-se da cadeira. Acompanhei-o até a porta da entrada.
Eu já estava quase a chorar, não tinha maneira de o ver  muitas vezes, apenas ia a Konoha raramente com os meus pais…
-Que cara é essa?
-É que… Acho que nunca mais nos vamos ver…
-Quem disse?! Eu venho até aqui!
-O problema é mesmo esse… Por acaso sabes o que os meus pais foram fazer?
Ele encolheu os braços, então eu disse-lhe.
-Foram procurar um colégio interno para mim! Vou ficar todos os dias da minha vida lá dentro até quando fizer 16 anos!!!
-O quê!???!! Eles estão passados de vez! Tens a certeza disso?
-Tenho! Eu vi os papéis!
Ouviu-se um carro a estacionar do outro lado da casa.
-É a empregada?
-Sim, é melhor ires… Vou ter saudades tuas!
-Eu também…
Ele aproximou-se de mim e sussurrou-me:
-És minha namorada? Não me interessa quanto tempo vais estar no colégio, és ou não?
-Esperas?
-Sim!
Eu quase que saltei de felicidade e abracei-o e respondi:
-É claro que sim então!
De repente ouviu-se alguém a bater a porta das traseiras e a chamar “Ina”.
-Desculpa-me… Ela está a chamar por mim…
Ele desapareceu a correr sozinho, Só me resta desejar-lhe que lhe corra bem a viagem e que não se esqueça de mim… Vai ser tanto tempo, ainda só tenho 13 anos, só daqui a 3 anos…

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