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2011-07-13

3º Capitulo até ao fim

Terceiro capitulo -  De volta ao mesmo

Já a anoitecer, a Sakura e o Sasuke estavam sentados num banco a conversar.
-Então, o que me ias contar? –Perguntou Sakura.
Ele chega-se ao ouvido dela e começa aos beijos suaves a deslizarem pelo pescoço dela abaixo.
Sakura entra no jogo e toca a cara dele com as suas mãos enquanto ele já se fazia aos lábios dela, um longo beijo caloroso começa e prolonga-se durante algum tempo.
Quando começam a afastar os lábios uns dos outros ficam a olhar um para o outro, talvez a transmitir telepaticamente “Eu amo-te”.
-Gosto da tua maneira de falar… -Comentou Sakura com um sorriso leve na cara.
-Eu só percebi agora quanto gosto de ti… -Suspirou.
Ela fica um pouco envergonhada, o Sasuke estava mesmo irreconhecível. Entretanto solta a sua mão da mão carinhosa dele, sim, a mesma que lhe tocava na cara quando se beijavam.
-O que foi? –Perguntou Sasuke.
-já está a ficar tarde, a minha mãe zangar-se-ia comigo se eu ficasse mais um minuto… -Sorriu.
Ele alevanta-se e dá-lhe a mão.
-Não há problema, eu levo-te a casa.
Os dois seguiram calmamente por debaixo do céu estrelado até a casa dela.


- - -


Naruto dava voltas na cama, não conseguia dormir, o seu pensamento estava preso na Sakura e na Carina (a rapariga que tinha beijado).
Pensava na Sakura e nos beijos que entregava a Sasuke… E também pensava na rapariga a chorar cabisbaixa e de pernas cruzadas sentada no chão, alguém que nunca tinha conhecido e no momento menos esperado há um beijo entre os dois.
De repente alguém sobe á janela do quarto dele e diz:
-Pssst! Ei tu aí!
Naruto salta da cama e espreita para a janela.
-O que é que tu fazes aqui? –Perguntou Naruto.
-Segui o Sasuke, mas como está muito vento lá fora decidi fazer-te uma visita!
Ele fica especado a olhar para ela, era a Carina…
-Como é que sabias que eu vivo aqui? –Perguntou sentando-se na beira da cama.
-Nem duvides de mim! Eu sei onde vive cada um dos amigos do Sasuke, até daquela namoradinha dele! –Disse com as mãos em punho.
Ele fica calado e quieto a olhar para o chão, pouco depois ela cansasse do silêncio e diz:
-Vais ficar aí calado e quieto enquanto a pessoa que amas anda lá fora ás voltas com a pessoa que eu amo?!!
Naruto fica enraivecido com ela e grita-lhe apontando-lhe com o indicador para a cara:
-Tu não amas o Sasuke! Isso é mania que sabes tudo sobre ele!
Á medida que ele dizia aquilo dava uma passo em frente e ela recuava ao mesmo tempo, até que fica encostada á parede e ele cola o dedo dela na ponta do seu nariz.
-Eu não faço nada por isso mesmo! Eu gosto dela e não a vou magoar! –Ao dizer isto vai baixando o tom de voz e acalma-se.
Olha para a cara dela e vê-la assustada e arrepende-se um bocado de berrar com ela.
Os dois começam a olhar para os lábios uns dos outros, algo os atraia sempre que estavam próximos. Ela deixa descair um pouco a cabeça e sente algo forte mas sente medo de se aproximar dele.
Pareciam dois ímanes que se aproximavam lentamente, e quanto mais demoravam maior era a atração.
Por fim ele encosta os lábios dele nos dela, um beijo tão temido pelos dois, mas era doce e irresistível.
Os dois acariciam-se um ao outro com as mãos, Naruto recua um passo e ela continua colada á parede e olha para as suas sandálias para não ter de olhar para ele.
Ela força o olhar para as sandálias enquanto tocava com a ponta dos dedos nos seus lábios.
-Faz de conta… que isto não aconteceu…! –Disse ela entre os dentes.
Ele limpa os lábios ao braço e diz:
-Ainda está vento e começou a chover, vais voltar para casa?
-Que remédio! Não vou ficar aqui a enraivecer-te…
-Nada disso, deita-ta na minha cama que eu durmo no meu saco de cama!
Ela pensa um pouco e diz:
-Não, seu eu ficar, fico no saco de cama!
Ele vai buscar o saco de cama a uma mochila que costuma usar em missões e estende-o no chão.
-Naruto… -Disse aproximando-se dele. –Obrigada… -Dito isto alevanta os cabelos que lhe tapavam um pouco da testa e dá-lhe um beijo lá.
Ele vira costas e deita-se na cama enquanto ela se deitava no saco de cama.
 Naruto acaba por adormecer algum tempo depois, mas ela continuava cheia de frio pois não tinha nada que a aconchegasse e o saco não era assim tão quente.
-Ele não se deve importar. –Pensou.
Saiu do saco de cama e aproveitou um pouquinho de espaço á beira dele e deitou-se lá.
Passado um bocado ele dá uma volta e acerta-lhe uma chapada na cara inconscientemente.
Ela agarra os braços dele e abraça-se a ele, assim já conseguiu dormir descansada.

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